Photo | Como aprendi a fotografar

Hoje é Dia Mundial da Fotografia! Nisto sou amadora, ou seja, amo. Se sou boa ou não, com mais ou menos jeito, aceito discutir, mas o gosto que tenho por ela não pode ser posto em causa. No entanto - e com um certo ressentimento, confesso - nunca fiz qualquer formação em fotografia. E por isso, hoje venho falar-vos um pouco de como fui aprendendo o que já sei sobre este mundo.



Antes de começar, nunca se esqueçam: a experiência é a nossa melhor amiga. Usem a ferramenta que usarem - DSLR, telemóvel, ou torradeira (?) - nunca vão melhorar se não explorarem as potencialidades totais da vossa câmera. Arrisquem, brinquem com o modo manual, se for preciso (e aconselho!) leiam o manual de instruções para perceber tudo o que podem fazer. Nunca vão perceber qual é o vosso estilo, qual é o tipo de fotografia que gostam de fazer, quais são as vossas potencialidades, ou de que material precisam para evoluir, se não experimentarem. O que é o pior que pode acontecer? Ficarem com uma imagem totalmente preta ou branca? Captem outra a seguir!




LUZ

Não é o primeiro tópico por acaso. A luz está para a fotografia como a água está para a vida. ISO, tempo de exposição, abertura. Três factores que serão cruciais na imagem que queremos captar. Estes são pontos vitais da vossa fotografia, para além da composição, que irão ditar a luminosidade, o movimento, a dinâmica e a profundidade de campo. Segue um vídeo interessante sobre este assunto e um esquema que, se se interessam por isto, já viram pela net fora - não é meu! Se quiserem uma explicação mais detalhada deste ponto terei todo o prazer em tirar umas fotos de exemplo para vos mostrar, é só dizerem!

Fórum de Ideias + Personal | Memória

Há menos de um ano atrás estive ali. Sorriso nos lábios, leveza no coração, alegria no espírito, câmera na mão, família ao meu lado. Tudo o que precisava. Percorri as Ramblas absorvendo todos os detalhes arquitectónicos tão bonitos, os pormenores que pensavam claramente em quem estava de visita, até os carteiristas à espreita de turistas menos atentos do que nós, a rua cheia de gente, e, ao mesmo tempo com espaço para todos. Barcelona recebeu-nos com um dia farrusco e simpático. Agradável para quem a percorre pela primeira vez ou pela milésima.


Malas, rodinhas e sacos às costas, seguimos para o apartamento. O metro estava apinhado, e as ruas mudavam de avenidas enormes e vivas para vielas ladeadas por edifícios que se impunham pela proximidade, em que parecia que estávamos numa cidade sossegada. Quase parecia que os vizinhos poderiam passar os pacotes de açúcar de sua casa para a que estava à frente. Mais um desvio, e novamente as avenidas enormes com edifícios cuidados e belos. Aqui e ali, uma praça bonita, em tons de bege e vermelho. Eu podia viver ali. Podia mesmo. A luz é bonita, as pessoas também - de todas as nacionalidades, muitos turistas e muitos locais, várias etnias, várias crenças, várias formas de viver a vida, tudo junto num local que, em quatro dias, me pareceu saber lidar bem com a diversidade - lutas independentistas à parte.

Personal | Alimentar a criatividade

Há dias em que não há nada que nos saia. Nada que pareça fazer sentido quando encostamos a caneta no papel, ou os dedos no teclado, ou a mão na câmera fotográfica. Mas nem todos esses dias são um beco sem saída!


A inspiração, ou o que lhe queiram chamar, não me parece que seja obra do acaso divino. Só teremos algo para partilhar com o Mundo caso nos deixemos alimentar pelo que ele nos mostra, ou pelo que ele nos faz sentir. (Por isso é que acredito que muito poucas são as ideias verdadeiramente originais ou vocábulos semelhantes, mas isso é tema para outro post) Assim sendo, deixo-vos hoje com algumas das estratégias para que uso para alimentar a criatividade:


1. Não fazer absolutamente nada quanto a isso.

Sim, eu sei, parece não fazer sentido. Mas tod@s sabemos que às vezes insistir só nos traz frustração e, consequentemente, mais bloqueios. Este não está em primeiro lugar por acaso: importa aceitar que temos dias não, principalmente quando isso diz respeito a hobbies ou a trabalhos criativos. E bem, há sempre trabalho para fazer nestes dias! Sejam tarefas que não estão de todo relacionadas com o que queremos criar, ou arrumar materiais, ou limpar arquivos, ou responder a e-mails e comentários. Ou ouvir música e ler um bocado, ou ir tomar um café, claro. Amanhã também é dia - desde que não haja um deadline envolvido, claro!


2. Ler.

Um bom livro, crónicas sobre o tema sobre o qual querem criar, blogs, revistas ou outro tipo de conteúdo. Vale tudo, desde que alimente o vosso cérebro. Quando estou à procura de ideias ou de "vontade" para escrever ou fotografar, por norma foco-me em leituras mais curtas: artigos online, posts, tutoriais, ou mesmo algo que saia completamente fora da minha caixa. Depois, deixo as ideias marinar, sem pegar nelas logo a seguir para não me deixar prender pelas referências que adquiri.

Personal | Desejos consumistas da Silly Season

Quem nunca? Começamos a divagar por essa net fora e do nada começamos a ver coisas giras e estranhas. Que na realidade precisamos muito...só que não. Quando fico aborrecida à noite, meia volta acontece-me isto. Passear por lojas online a descobrir qual será a minha próxima compra idiota, entre coisas para a casa que ainda não tenho, roupa, maquilhagem ou livros - e que invariavelmente nunca se concretiza porque sou demasiado forreta para isso. A não ser que sejam umas coisas parvinhas para vos oferecer...fiquem atent@s à página de Facebook e ao Instagram eheheh.

Mas a verdade é que este tipo de shopping sprees, se lhe podemos chamar isso, acaba por ser giro para encontrar algumas coisas que até podem ser úteis ou que dão uns presentes engraçados. E, do nada, ficamos com uma lista de compras gigante cheia de coisas que cinco minutos antes nem sabíamos que queríamos! Ai este consumismo! Cenas meio tecnológico, meio parvas (olá coluna-porquinho), candeeiros, decorações para a parede e utensílios de cozinha para a casa que ainda não tenho mas para a qual já tenho imensa tralha no sótão, coisas para a minha bicharada. Há de tudo. Só não há noção. Uhuhuhhh!


1 - Coluna | 2 - Luva-escova | 3 - Cortina | 4 - Stickers | 5 - Stickers | 6 - Bases para copos | 7 - Moldes de panquecas
Usa os códigos Rosegalxie (Rosegal), Zafulxie10 (Zaful) ou Gamissxie10 (Gamiss) para descontos.
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#causemyfriendssaidso | 31 de Julho é o melhor dia para casar

Olhem para o título...pois, hoje não é dia 31 de Julho. É que esse foi dia de Off Sight! Por falar nisso, já espreitaram esse post? Mas bom, não nos façamos de esquisitos! Trago-vos, com atraso, é certo, o #causemyfriendssaidso de Julho!

Com um título destes, e para quem é conhecedor da música portuguesa, é mais do que óbvio aquilo que eu vos iria trazer: a análise cuidada e profunda de alguns versos da melhor música ligeira (cof cof) de Portugal! Com direito a playlist no fim do post!


Vá, não vou ser hipócrita. Eu ouço disto. Nomeadamente na noite de 23 de Junho, o meu rico São João (já viram as fotografias que tirei no São João deste ano? Este meu link building hoje 'tá do caraças). A verdade é que para mim festa popular sem música desta, não conta como festa. E se a passarem enquanto passeio pelo meio da rua durante o Verão é muito provável que comece a bater palminhas e a cantarolar baixinho mentira não sei as letras. Mas o ritmo é fácil de adivinhar! Pontos extra se já estiver com um copinho a mais. Eu nunca disse isto.

Bem, deixemo-nos de salgalhadas e passemos ao que nos trouxe cá hoje. 
E no fim do post está a melhor playlist do vosso Verão! lol

Outfit | Sunshine

Começa hoje a minha saga de tortura auto-infligida, ou, na gíria corrente, revisitar as fotografias das férias. Estive uma semana no Algarve, coisa que já não fazia há anos (vão espreitar a #jijinoalgarve lá no meu Instagram!) e era impossível não ter reflectido o meu estado de alegria naquilo que vesti.

Blouse - Mango | Skirt - c/o Zaful - ZFIGPTMODA6 for 10% off | Shoes - Primark | Sunglasses - Vintage
Fotografia de José Santos


Personal | Duas rodas e um motor

Duas rodas e um motor. A estrada, o barulho ensurdecedor do tubo de escape e o vento a bater directamente em mim, sem qualquer protecção. Sou frágil, e ao mesmo tempo una com o mundo.

Backpack - c/o Banggood
Sinto-me mais eu, mais livre, quando me movo. Seja a viajar enquanto leio, ouço música, corro ou nado - mas o meu vício, que me corre no sangue, que é de família, e que sei bem que funciona comigo, tem um motor acoplado. Adoro conduzir.
No carro, vidros abertos e música a rolar, tal como já vos contei aqui, ou na minha querida boguinhas. Bem sei que não tem o estilo de uma chopper nem a potência de uma superbike, mas é minha, é quem me leva sem dramas a todo o lado.

A verdade é que o Porto se tornou demasiado confuso para a minha paciência. Demasiado trânsito. Demasiada confusão. Demasiada cobrança pelo estacionamento, também. O que tornou o investimento perfeitamente justificado, principalmente tendo em conta que a carta de condução já cá estava (a categoria B, a partir dos 25 anos, permite a condução de motociclos até aos 125 cc), e que já desde os meus 15 anos que eu andava vai-não-vai para tirar a carta para isto. Agora já não havia desculpas possíveis, só vantagens. E, sim, eu sabia que adorava andar de mota - já o sabia há uns anos valentes, mas não contem nada a ninguém!

Beauty + Review | Sim, o Gel Duche Concentrado da Yves Rocher

Num belo dia, chego a casa e tenho uma surpresa: o Gel Duche Concentrado da Yves Rocher estava à minha espera - uma estreia ambiciosa no primeiro contacto com a marca. Será que gostei?


Se são leitor@s frenquentes da blogosfera portuguesa já podem adivinhar a minha resposta. Anda tudo a falar disto: a Joana, a Ana, a Liliana, a Bárbara, o Miguel, a Cátia, a m-M, e mais uma resma de pessoas já falaram sobre eles. E porque é que eu também venho falar? Porque a minha ideia de vos mostrar o que gosto não me deixa calar-me mesmo quando pareço um macaquinho de imitação!